domingo, 14 de maio de 2017

Frutilly da Kibon

Quem se lembra do picolé Frutilly? Eu adorava o de groselha com recheio de creme.


Os palitos eram peças de encaixar feitas de plástico. Eu cheguei a fazer um trabalho pra feita de ciências da escola com esses palitos coloridos.


Nesse comercial só mostra os de morango e maracujá, mas depois apareceram mais. Era bom. Pena que acabou.

Dia das Mães anos 80

Naquele tempo não se faziam comerciais focados no Dia das Mães como fazem hoje.  Digamos que não eram tão ambiciosos, sei lá. Mas junto com a ambição vem a criatividade e o bom-gosto.

Um dos poucos comerciais que me lembro e que achei foi o do Tang. O suco nem era tão popular assim naquela época. 


Simples e com uma mensagem bonita. Quem se lembra deste? Quem se lembrar compartilhe com a gente nos comentários!

Eu voltei

Sinceramente há um tempo atrás eu estava desanimado. Por quê? Porque apesar de eu escrever no blog sobre coisas que eu gostava, ficava meio chateado por não ter publico.

Mas a coisa mudou! Alguns leitores, talvez brasileiros ou aprendendo português, nos EUA e no Canadá, têm ultimamente visitado o blog. Isso me deixou muito lisonjeado. Finalmente tenho público!

Isso me animou bastante. Agradeço portanto ao publico de todos os lugares... Muito obrigado!

Vou postar mais, podem ter certeza!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Fita cassete

A fita cassete foi a evolução de sistemas de áudio antigos como o disco e fitas maiores. Eram portáteis (a fita e o leitor e gravador)e revolucionaram o hábito de ouvir música individualmente. O auge foi a invenção dos walkmans, superportáteis e com fones de ouvido.

A qualidade foi evoluindo com as fitas. Foram superados pelos CDs e posteriormente pelos sistemas mp3. Mas deixaram saudades em seus fãs pelo mundo. 

Eu particularmente usei bastante o walkman. Era á pilha. Os cassetes não tinham a qualidade de áudio que têm os atuais aparelhos mp3 e smartphones. Mas representou uma evolução emocionante que deixou lembranças queridas em todos os usuários.

Acima aparece uma imagem da fita BASF de 60min (30 de cada lado, as fitas eram usadas de ambos os lados).


domingo, 28 de agosto de 2016

Aos saudosos dos games

Olá saudosos! Resolvi seguir a onda e postar sobre Pokemons. Antes de falar dessa curtição do momento, claro, como saudoso que se preze, vou postar algumas coisas sobre as antigas séries de desenhos e sobre uma série imensa de games para dispositivos eletrônicos que têm aparecido.

A pesquisa é extensa e só começou. Por isso não postei nada hoje. Mas descobri que desde o início a Nintendo nunca parou de evoluir dispositivos e o enredo das batalhas de Pokémons. Por isso é que se tem centenas de Pokémons que podem ser classificados em uma dezena de tipos.

O que mais me interessou na moderna batalha cjamada Pokémon Go é a tecnologia da realidade aumentada. Essa serve pra muita coisa além de games divertidos. Os gamers estão na verdade ajudando a testar essa tecnologia para que se possa usar com segurança para muitas outras coisas importantes. 

Acompanjem, comentem... Logo mais postagens sobre Pokémons.

Refrigerantes

E quem dos saudosos não se lembra das velhas garrafas de refrigerante das décadas de 70 e 80? E das latas de refrigerante de estanho que custavam o preço que pagamos hoje num de 2 litros? Já eram vários: a antiga Crush, a Sprite, o guaraná Antarctica. Alguns fizeram pouco sucesso e desapareceram logo. Outros povoam as nossas lembranças por terem feito parte das nossas vidas, das nossas férias escolares, dos nossos almoços de domingo. Das nossas ceias de Natal.

Sempre houve uma concorrência entre os refrigerantes e os sucos, antes somente artificiais (Ki-Suco, Tang) e agora também os naturais com conservantes como DelValle e Ades. Foi sempre acirrada: antes os refrigerantes vendiam menos mas eram caros e os fabricantes garantiam margem de lucro. Com mais sucos aparecendo, o preço dos refrigerantes caiu e hoje todos podemos tomar refrigerantes até demais.

O sabor não mudou muito, no máximo melhorou um pouco. Já as garrafas mudaram bastante, com exceção da Coca-Cola. O guaraná Brahma era quase ruim, mas geladinho descia muito bem. A soda da Brahma desapareceu quando apareceu a Sprite. A Soda Antarctica creio que exista, mas não tenho visto mais.

Guaraná Cruzeiro e Cristalina eram bons e foram importantes. Não aguentaram a concorrência dos grandes. Guaranás de nicho como Xereta vendiam só em São Carlos e região também sucumbiram, apesar de terem superado a venda de Coca-Cola nessas regiões. O mercado às vezes me parece cruel demais. 
A 7Up (seven up) uma soda muito boa vendeu no Brasil por pouco tempo. Eu adorava. Não sei porque sumiu. Nos EUA é a soda por excelência e vende muito bem, o que indica que é um bom produto. Por que sumiu aqui? Não sei. Campanha #volta7up... rs.

Os guaranás Cotuba e Paulistinha continuam vendendo. Exótico é o guaraná Jesus, que vendia só no Maranhão, e que agora parece estar vindo para todo o país com preço de importado.

Não falei muito da Coca-Cola porque esta nunca mudou o sabor e as embalagens quase nada, com exceção de rótulos comemorativos com os de Natal e recentemente os dourados das olimpíadas.

ki-suco... quem não bebeu?

Ki-suco era um pó para refresco da Kraft Foods. Todos gostavam, principalmente as crianças. Era só misturar com água gelada e adoçar.
Com o tempo as pessoas foram percebendo que era muito artificial: corantes e ácidos davam o aspecto de suco de frutas natural. Campanhas dis concorrentes foram minando o sucesso do ki-suco, que foi perdendo vendas até desaparecer

Mas o gosto era bom e marcou a infância de todos os que tem pelo menos uns 35 anos. Quem não bebeu ki-suco? Os jovens, que cresceram bebendo DelValle , Kapo e Ades.

A imagem eu tirei de um outro blog, o Viva os Anos 80. Não naveguei muito neste, mas o tema é encantador para nós, os saudosos sem cura. Dá uma passada la! O link para o blog: