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terça-feira, 16 de maio de 2017

Tamancos

Os tamancos fizeram muito sucesso na década de 80. Erma como chinelos, mas eram feitos de madeira. É o calçado típico da Holanda e provavelmente foi inventado lá. 

Esse tamanco aqui à esquerda é dos que se usavam na década de 80 e que voltaram à moda hoje. São muito bonitos e quem gosta os acha muito confortáveis. O solado é de madeira e uma tira de couro (real ou sintético) é pregado ao solado. Se a correia se soltar é só pregar outra... Durabilidade quase infinita... rsrs

Deve ser bom pra usar em cidades quentes como em Ribeirão Preto... né Elaine?!

Já esse à direita é um típico tamanco japonês. As gueixas os usam, mas nunca ouvi falar que homens não o poderiam usar. É impressionante como elas conseguem usar isso, pois não é nada anatômico (não segue a curvatura do pé) Parece que a gueixa tem que literalmente se equilibrar em cima disso!
E finalmente este é o tamanco holandês... praticamente um sapato de madeira. Na Holanda esses sapatos são usados por homens e mulheres de forma indiscriminada (talvez com diferença de cores). Não acho bonito. Não me parece confortável. Mas lá não cai de moda... ainda bem, pois deve durar bastante.

Acredito que não se usa com meias. Creio que devem de ser feitos largos para quem usa, pois não são flexíveis.Imagino como deve ser se o usuário precisar correr com isso no pé.

Pra quem gosta taí uma boa coisa: fresquinho, bonito, baratinho, durável. Pra quem tinhasaudades de usar taí a oportunidade.

Citei minha querida amiga Elaine Alexandra de Ribeirão Preto por ter sugerido o tema dessa postagem.


domingo, 14 de maio de 2017

Frutilly da Kibon

Quem se lembra do picolé Frutilly? Eu adorava o de groselha com recheio de creme.


Os palitos eram peças de encaixar feitas de plástico. Eu cheguei a fazer um trabalho pra feita de ciências da escola com esses palitos coloridos.


Nesse comercial só mostra os de morango e maracujá, mas depois apareceram mais. Era bom. Pena que acabou.

domingo, 1 de maio de 2016

Ainda existem enceradeiras?

Sim leitor, ainda existe. Nunca mais vi sendo usada em lugar nenhum, mas na Internet se pode comprar uma enceradeira nova nas Americanas por exemplo.

Quem não se lembra dessas belezinhas sendo usadas para encerar o vermelhão de casa? Antes era com o esfregão. Daí a enceradeira foi criada para diminuir o esforço na manutenção do piso.

Existem modelos domésticos e depois foram criados modelos mais potentes pra encerar pisos extensos, como os do shopping center. E hoje as empresas de limpeza usam modelos que lavam o piso e que enceram também. 

Faz tempo que as enceradeiras pararam de ser usadas nos lares.Pra que o leitor tenha uma idéia, já há uns 30 anos atrás eu visitei uma oficina em que o cara dava manutenção em enceradeiras. Como já estavamo virando peça de museu, ele estava comprando algumas pra reformar e vender bem caro para quem ainda precisava ou amava essa máquinas.

O cheiro de cera... Mais um cheirinho da nossa infância! Alguém pode afirmar que o cheiro era forte e desagradável... M Afinal aceraé um derivado do petróleo e era tão cheirosa quanto gasolina. Mas para mim, e creio que pra muita gente, remete aos tempos bons que não voltam mais!

Quem se lembra?Quem tem uma dessas encostada na dispensa de casa?

domingo, 24 de abril de 2016

Que Amor!

Estava conversando com amigos sobre essas guloseimas que nos remetem ao passado. Algumas delas relembrei no post anterior. Mas são muitas... a gente vai lembrando... Uma amiga então citou uma boa, que existe até hoje. É a paçoca Amor, fabricada pela Arcor do Brasil.

Ela é leve, muito gostosa e esfarela quando mordemos ou a pegamos sem muito jeito. É fabricada até hoje. Tem algo de paçoca caseira, daquelas que a avó da gente sabia fazer.

Quem se lembra da paçoca Amor? Procure que ainda se pode achar em lojas especializadas em doces. Vai numa e pergunta se tem!


Sabor de infância

Pirulito Zorro
É interessante como certas guloseimas da nossa infância nos trazem lembranças valiosas. Creio que associamos as lembranças com nosso estado de espírito naqueles tempos. E nosso estado de espírito
não poderia ser melhor... Lembro-me de acordar cedo aos sábados pra ficar de boas no sofá assistindo a desenhos na TV (durante a semana ia pra escola). Que vidinha boa!

Se formos nos lembrar de todas deve resultar em algumas centenas de guloseimas que foram passando pelas nossas vidas. Mas algumas eram tão boas que todos nós nos lembramos delas. Uma dessa com certeza era o pirulito Zorro. Era muito bom!

Guarda-chuva de chocolate
Outro similar que nos marcou certamente foi o guarda-chuva de chocolate. Quem se lembra? Pra nós tinha gosto de chocolate, que talvez nem fosse dos bons, pois era muito baratinho. Mas como hoje tem gosto de infância, são deliciosos.

Curta as lembranças, converse a respeito com os amigos! Relembrar é maravilhoso! Comente, aí embaixo, conte sua história com essas guloseimas! Os outros leitores agradecem!

terça-feira, 9 de junho de 2015

Margarina Claybom

No café-da-manhã, no lanche da tarde. Margarina Claybom cremosa dizia a propaganda. Existe até hoje, mas não fizeram m ais propagandas tão legais. Deve ser por isso que não é mais a a top das margarinas

Propaganda Claybom
Propaganda Claybom
De qualquer maneira, o que interessa para nós, os saudosos é que a propaganda ficou, marcou nosso passado e agora podemos recordar. Assista ao comercial. É só clicar na imagem ao lado.

Antigamente havia muita propaganda de alimentos na TV. Parece que hoje se prefere fazer promoções nos supermercados. Resta-nos recordar.

O leitor pode sugerir comerciais e outras coisas que lhe deixaram saudades nos comentários. Ou entrar em contato via email. É só clicar no menu em Contato para saber como entrar em contato comigo.

Fliperamas

Garotos jogavam fliperama antigamente, ou pinball como é conhecido no exterior. Gastavam uma grana boa com isso. Por quê? Porque era muito bom! Era muito divertido! Passei muitas tardes jogando...

A Taito, empresa japonesa que fabricava videogames e fliperamas foi a maior responsável pelo aparecimento dessas maravilhas. Os mais antigos eram praticamente uma mesa com obstáculos magnéticos e luzes. Os mais modernos que foram aparecendo já tinham uma porção de aparatos eletrônicos bem legais. Eram feitos para cativar.

Para os saudosos preparei uma lista com o que a Taito chama de Visual de vários fliperamas. É uma simulação em computador de fliperamas em ação, gravado em vídeo. O leitor se lembrará de alguns pelo nome e quando ver os vídeos vai se lemnrar principalmente por conta das musiquinhas.


Segue a lista dos visuals:

Não pretendia colocar link para o leitor jogar fliperama porque são muitos os sites, UOL Jogos, Click Jogos, etc. E nenhum me agradou muito. Na verdade pelo que entendi, os criadores desses jogos querem aproveitar assuntos atuais para enredo de suas criações. Nada se parece com os jogos de fliperama antigos, os fliperamas que jogamos. Por isso não servem muito para matar a saudade.

Mas pra não ficar aquele vazio aqui no blog eu coloquei na coluna à direita um link para jogar Pinbal Zumbi. Os zumbis estão na moda e esse pinball especialmente tem uma jogabilidade muito boa. Dá pra jogar até se cansar, pois quando a bolinha cai é só apertar seta pra baixo e ganhar outra bolinha... o leitor se torna uma matador de zumbis imortal!

O leitor pode jogar e de repente gostar de algum outro. Nesses sites que citei acima tem uma centena de opções. É só clicar no link que coloquei no texto acima. E pesquisar "pinball" para achar alguns.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

O mundo acabou?

Capa do livro

Bom, não o nosso planeta, mas um mundo bem legal que existia aqui há algumas décadas. Essa é a narrativa do jornalista Alberto Villas em seu livro de memórias O Mundo Acabou, Editora Globo, 2006. 

O jornalista conta coisas que viu e usou em sua infância e adolescência, que coincide em muitos pontos com a minha e talvez a do leitor. 

Por exemplo: o leitor se lembra que escrevíamos cartas em papel de seda pautado de um bloco chamado Aviador? E que depois de escrita colocávamos em envelope com as bordas decoradas com faixas em verde e amarelo? Que as meninas colecionavam papéis de carta decorados? Que colocávamos meia-sola nos sapatos? 

O leitor se lembra da goma arábica? Do anil para branquear rouipas? Das naftalinas? Asw naftalinas eram fedorentas, mas creio que para alguns leitores aquele odor ficou na lembrança juntos com outras coisas boas como a mãe pondo todo mundo pra dormir. Os cobertores, mesmo que lavados, tinham um leve cheiro de naftalina.

No caso dos produtos, foram aparecendo outros melhores, mais baratos, mais bonitos, etc. Mas aqueles ficaram em nossa memória associados a momentos felizes de nossa infância e adolescência.

São as coisas que o livro conta. Estão relacionadas com as coisas que aparecem aqui no blog. Por isso recomendo a compra desse livro. É muito barato, mas parece que está esgotado no momento.

Clicando na imagem da capa do livro o leitor será levado ao site do autor. Poderá lá conhecer toda a obra do jornalista Alberto Villas. Ele escreveu outros livros legais.

Quem leu? Comenta aí! Quem quer ler? Conta pra gente, escreva alguma coisa aí nos comentários!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Canetinhas

Quem não teve as canetinhas Sylvapen? Até onde sei eram as únicas que existiam do gênero naqueles tempos. Por isso acredito que quem foi criança na década de 80 teve dessas. Eram só 6 canetinhas. Dava pra desenhar colorido e pintar pequenas figuras. As meninas usavam para decorar seus cadernos na escola.

O inferno é que a tinta acabava ou secava logo. Púnhamos álcool pra recuperar um pouco mas logo acabava de vez e a gente ficava enchendo o saco da mãe pra comprar outro estojo. Umas acabavam antes das outras e a gente ficava com um estojo novo e uns dois estojos velhos com canetinhas de cores variadas. Era uma farra!

Teve estojo com mais cores. Mas aí já era ostentação. 

Quem se lembra? Comente. Conte uma história.

sábado, 30 de maio de 2015

Chicletes

Chiclete Ping-Pong
Chiclete Ping-Pong
Chicletes existem já há bastante tempo e têm evoluído em sua forma, sabor, cor, embalagem... tudo pra chamar a atenção do consumidor. Quando éramos crianças, um dos chicletes que adorávamos era o Ping-Pong. Quem se lembra? Comprávamos na cantina da escola e na mercearia perto de casa. Ficava no saudoso baleiro, junto com as balas. Tinha de tutti-fruti e de hortelã. Eram meio duros comparados com o Bubballo que saiu depois. Adorávamos assim mesmo.

Clicando na imagem ao lado o leitor poderá conferir uma propaganda de 1985. A embalagem estava sempre mudando um pouquinho e muitas vezes refletia uma campanha específica.

Pois é querido leitor... mais um produto com sabor de infância e que nos traz doces lembranças. Comente esse post com alguma história sobre o chiclete.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Genius

Quem se divertiu com o Genius da Estrela? Era uma máquina simples, que testava a memória da gente. Iniciava com uma sequência de toques e luzes coloridas piscando, pouca coisa, todo mundo conseguia acompanhar de início. Mas a sequência ia ficando longa e a não ser que você já estivesse habituado a jogar acabava errando e o Genius fazia um som de reprovação. 

O jogo Genius
O jogo Genius
Muita gente se divertiu com esse jogo e sente saudades. O leitor jogou? Tem um desses funcionando em casa? Acho que não. Então l remédio é brincar num simulador. Que tal? Na coluna da direita do blog tem um link para um jogo de Genius muito bem feito. Dá pra brincar e relembrar! 

Vai lá leitor! Clica e jogue! Depois conta pra gente como foi nos comentários.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Nossos velhos jogos

Olá caro leitor. Creio que você seja um ser privilegiado que jogou pega-varetas. Se jogos deve ter se divertido e discutido também muito com os irmãos, primos e amigos. 


Era um jogo que nos ensinava a paciência em primeiro lugar. Humildade quando se perdia era importante. Um pouco de coordenação motora tinha que ser desenvolvida para que se melhorasse no jogo Como tínhamos que somar e subtrair pontos, a aritmética também era treinada. Era uma beleza de jogo!

Em algumas escolas estão querendo ressucitar a brincadeira. Ótima idéia. Creio que os pais devem fazer isso. Os com varetas de plástico custam o preço de uma coca-cola de 2 litros. Os com varetas de madeira são mais caros... o preço de uma pizza.

E aqueles bloquinhos de madeira pintados em forma de casas, telhados, torres para a gente montar casinhas, mansões, igrejas... Eu me diverti muito com esses bloquinhos! Tinha uma boa quantidade e podia montar uma pequena vila. Se eu achar por aí compro e monto umas casinhas pra enfeitar algum canto em casa. São lindos e me trazem lindas recordações. Creio que alguns dos leitores também brincou com esses bloquinhos.

Tem umas modas antigas que de vez em quando voltam Isso é uma grande felicidade para os saudosos que podem brincar de novo com seus antigos brinquedos repaginados. Um desses brinquedos que vivem indo e voltando é o io-io. Os io-ios promocionais são os mais baratos e são bonitos. São feitos para que as pessoas queiram tem um e levar a marca para onde forem. Coca-cola é uma das marcas que de vez em quando ressucitam os io-ios. Como io-io é considerado coisa de nerd, a HP e Uol já fizeram alguns bem legais. Eu tenho um da Uol e o da HP que eu mostro ne foto muito me interessa... lindão!


Tem muitos outros brinquedos super-legais e que deixaram saudades. Damas, xadrez, dominó, trilha, gamão, batalha naval, ludo, Sorte que pelo menos os brinquedos têm sempre sido repaginados e relançados.

Alguns jogos mais elaborados como War (joguei demais) e Scotland Yard merecem posts especiais, pois tenho muito o que contar sobre eles. Jogos eletrônicos como Genius e os videogames são um outro assunto e precisam de posts próprios. Quebra-cabeças e os brinquedos como Autorama e Ferrorama também terão post especiais. Aguarde querido leitor.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Docinhos com gosto de infância

Caro leitor... você se lembra das balas de morango Santa Rita? Tinha o papel vermelho com as sementinhas desenhadas para que a bala parecesse um morango... Eram azedinhas e doces ao mesmo tempo. Difícil era achar uma mercearia que não tinha dessa bala pra vender

Eram simplesmente deliciosas. Pra mim tem gosto de infância. E pro leitor? Lembro-me vagamente de outras balas de frutas, mas essa marcou bem. Vamos lembrar de mais alguns docinhos que têm gosto de infãncia?


Os confeitos de açúcar. Eram uns tubinhos que vinham cheios de umas balinhas brancas ou coloridas feita quase que de açúcar puro. Lembra? Pois é. Estava pensando se existiam ainda... Existem sim!

Daí me lembrei que minha irmã compra para o meu sobrinho de 5 anos uns cata-ventos com a haste cheia dessas balinhas... Tem outros formatos. Quando quase sumiram ocorreu que as que mais vendiam eram as de menta para os adultos. É que balinhas pequenas fazem com que crianças acabem engasgando. Os pais foram proibindo as crianças de consumirem essas balas até que as vendas caíram.


Tem os mini chiclets da Adams. Thomas Adams foi quem inventou o chiclete e fundou as indústrias Adams que existem até hoje e detém marcas famosas como Hall's. Para saber mais detalhes sobre a interessante história da invenção do chiclete clique aqui.

Pequeninos e coloridos, tinham todos o mesmo sabor tutti-fruti, que era um dos sabores padrão para chicletes. Vinham num envelope que era a carinha de um menino simpático, sorridente. A boca era transparente e por isso acabava mostrando um menino com a boca cheia dos chicletes coloridos Marketing genial. Acabaram sumindo também por serem pequenos. Pra você leitor, este também tem gosto de infância?
Mas tinha outros chicletes que eu particularmente adorava. Era o Mentex. Caixinha amarela bem fechadinha. Os chicletes não eram grandes e por isso eu já mandava uns dois ou três para a boca e mascava, fazia bola, etc. Levava na escola ou comprava na cantina. Não curtia muito Ploc e Ping-pong, sei lá... Achava esse chique porque vinha na caixinha.

Era da Nestlê. Esse até onde sei sumiu mesmo. Nunca mais vi nem parecido. A Nestlê pelo jeito parou de fabricar chicletes de vez.

Esse post devo à minha amiga querida, colaboradora e assídua leitora desse blog, a Marô. Ela me mandou um vídeo de uma página que ela curte, a Litoral News. Gostei muito do vídeo e creio que o conteúdo deste vai gerar muitos posts. Muito obrigado!

E é isso aí leitor! Curta, comente e sugira. Se gostou do blog vale a pena curtir. O feedback é muito importante!

sábado, 23 de maio de 2015

Fazendo a cabeça na década de 60

O que fazia a cabeça da galera nos anos 60, 70 e 80? Nada de entorpecentes, pelo menos para a grande maioria. Com certeza os produtos para cabelo que aparecem na imagem abaixo! A brilhantina Glostora, a pomada Trim e o gel Gumex. E depois de devidamente bezuntados, os cabelos eram ajeitados e fixados usando os pentes Flamingo.
Produtos para o cabelo
Produtos para o cabelo
Começou com a brilhantina. Década de 60, nos bailinhos nas casas das famílias mais abastadas, os rapazes abusavam da brilhantina para que seus cabelos brilhassem e ficassem fixos, bem arrumadinhos.  Mas era meio gordurosa essa brilhantina e por conta disso, a pomada Trim a substituiu com vantagens. Menos gordurosa, tem um odor mais cosmético. Mas como a pomada é branca, devíamos espalhar bem nos cabelos, senão ficávamos com umas mechas... rs. Como o gel é transparente, substituiu a pomada rapidinho. Cheiroso e transparente, o gel agrada até hoje quem precisa fixar os cabelos. E pra pentear e desembaraçar, pentes Flamingo! De plástico barato, vinha embalado num papel fino, omo os de balas e doces. Na mercearia, quando íamos comprar, o vendedor puxava uma fita larga com os pentes embrulhados em sequência, destacava um e nos entregava. Nem sei se existem mais.

Quem usou se lembra! E creiam… ainda vejo a pomada Trim de vez em quando em algumas perfumarias!