domingo, 22 de novembro de 2015

Casal 20

Creio que muita gente consideraria brega os episódios da série Casal 20 (Hart to Hart 1979-1984). Mas naquela época fez muito sucesso. Johnattahn Hart, empresário bem-sucedido, rico e bonito, casou-se com uma mulher exuberante, Jenifer. Levam uma vida muito incomum, não só por serem ricos, mas por se meterem em todo tipo de encrenca. Sempre morria um conhecido em situação suspeita e lá iam eles investigar por conta. Faziam viagens caras, usavam carros deluxo, jatinhos, etc, só pra resolver o enigma. Quase morriam sempre, mas escapavam por serem espertos ou até mesmo por sorte. Eram ricos, bonitos e sortudos.

Achei um dos episódios mais característicos dessa série. Mas todos os episódios são ótimos, principalmente para nós os saudosos daqueles tempos. Assistam ao vídeo:


Lembro-me do sucesso que essa série fez. Todos amavam o casal, o mordomo Max e até o cachorrinho deles, o FreeWay. Eles mantinham um clima de tensão artificial, de disputa alternada com romance. No fim, eram uns esnobes. Mas isso é o que fazia deles tão estimados.

Quem se lembra, comente. Quem não quis ser rico por muitos motivos, inclusive pra levar uma vida de aventuras como a deles?

Achei o primeiro episódio

Ontem escrevi sobre Small Wonder - A Super Vicky. Pois é, achei o primeiro episódio masterizado e dublado. Dá pra se sentirassistindo TV em 1987. Assistam ao vídeo e relembre da Pequena Maravilha!


sábado, 21 de novembro de 2015

Saudades da Pequena Maravilha?

The Small Wonder é o nome de uma série de TV americana muito querida por muitos no mundo todo. Aqui foi dado o nome Super Vicky e passava na Sessão Comédia da Globo e depois passou por um tempo na Record. Eu adorava e devo ter assistido a todos os episódios. Veja um painel com fotos da robozinha simpática:
Super Vicky

Era a história de uma família que queria ter uma menina e tinha só um menino espertinho. O marido Ted era engenheiro e trabalhava numa empresa de robótica. A esposa Johan era professora e tinham o filho Jimmy. Ted construiu então V.I.C.I (Voice Input Child Indenticant) ou pra parecer o nome de uma garotinha de 10 anos, Vicky. Essa família acabava vivendo umas histórias engraçadas por conta da vida diferente que levavam tendo um andróide em casa. Precisavam esconder Vicky dos olhares curiosos dos vizinhos. Harriet, a menina do vizinho, vivia rondando a casa e paquerando Jimmy. Era filha de um dos chefes de Ted e se descobrissem o andróide, a intromissão seria inevitável. Acontece que amavam Vicky como se fosse uma filha. às vezes Ted falava "Johan, põe a Vicky pra te ajudar nas tarefas da casa". Ela respondia: sinto-me péssima em dar tarefas pesadas a uma garotinha. Detalhe: ela era de fato muito forte e levantava Jimmy com uma das mãos e conseguia fazer serviços rapidinho mais ou menos como a Mulher Biônioca (outro seriado super legal). E Ted retrucava: ela não é uma garotinha, é um dispositivo, como uma batedeira... Johan então fechava com uma dessas: a batedeira não tem grandes olhos castanhos.

Foram produzidos 96 episódios e exibidos nos EUA de 1985 a 1989. Aqui no Brasil foi exibido na Rede Globo em 1987 e reprisado por boa parte dos anos 90 na Rede Record. 

O episódio mais antigo que encontrei no Youtube foi o episódio 4 da temporada 1: O Pretendente. Um amigo nerd e rejeitado de Jimmy vai visitá-lo e se apaixona por Vicky. Daí segue uma porção de cenas cômicas que valem a pena assistir pra relembrar. Segue o vídeo abaixo...


Os episódios eram feitos para que o expectador se divertisse, mas havia uma preocupação em ensinar alguns preceitos morais. Quando Jimmy aprontava alguma, Ted e Johan o chamavam de canto e lhe davam uma boa chamada. Ele pedia desculpas, se explicava e os pais aproveitavam para lhe dar conselhos.  Era bem legal nesse sentido também. E era bem leve, nada cansativo ou entediante.

Tem muitas outras séries de TV que me trazem boas recordações. Se o leitor quiser pode postar nos comentários alguma que lhe aqueça o coração e poderemos recordar aqui.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

ABBA e uma das suas mais dançantes...

Já postei sobre o grupo ABBA. Gosto até hoje de muitas músicas deles. O grupo não existe mais e deixou saudades e muitos fãs. Eles são suecos, bonitos, talentosos e ficaram ricos cantando por uns 10 anos mais ou menos. 

Umas das músicas mais dancantes e que nem fez tanto sucesso foi Voulez-Vous. Era bem disco mesmo. É uma música bem alegre... mais uma daquelas que prega a diversão, a alegria de viver sem restrições ou arrependimentos... Curte aí...


Sei que muitos têm saudades desse quarteto fantástico. Depois que o grupo se desfez, fizeram ainda algns shows de vez em quando para os fãs. O leitor deve selembrar de algumas músicas mais famosas, como Chiquitita, SOS, Mamma mia, Take a chance on me, Fernando e Dancing Queen.

Se o leitor assistir a esse vídeo no Youtube poderá ir assistindo a outros e se divertir e relembrar. Boa diversão!

sábado, 8 de agosto de 2015

Biotônico Fontoura

Cartaz promocional de 1950
Cartaz promocional de 1950
Quem não se lembra do Biotônico Fontoura? E quem da nossa geração não tomou pelo menos uma colherada? Eu achava gostoso, mas quando tomava, mesmo depois de adulto, não sabia se era bom mesmo para a saúde. Um dia, curioso, resolvi ler sobre os omponentes do fortificante. Tinha a ver com o slogan famoso: ferro para o sangue e fósforo para os músculos e nervos.
Inventado em 1910 pelo farmacêutico Cândido Fontoura na carinhosa intenção de melhorar a frágil saúde de sua esposa. O medicamento fez 100 anos em 2010 e é considerado um dos mais antigos ainda comercializado. É, pois é!... a Hypermarcas comprou o laboratório Fontoura e ainda vende o Biotônico nas farmácias.

Almanaque de 1974
Cândido Fontoura era amigo de Monteiro Lobato e deu o fortificante para o amigo que reclamava de canseira. Parece que o medicamento melhorou a disposição do escritor, que depois colaborou na promoção do laboratório desenhando e escrevendo para o Almanaque Fontoura. 
 
Claro que comerciais de TV ajudaram a vender o produto. Os cartazes e o almanaque quando começou a circular eram desenhados. A fotografia ainda não tinha boa resolução para ser usada em propagandas. Quando a TV ficou popular, os comerciais de TV começaram. Confira abaixo o comercial que na minha opinião mais marcou a memória da gente... Angélica (participou de vários) e os irmãos Sandy & Junior participaram de comerciais do Biotônico Fontoura

Houveram duas pequenas polêmicas com o produto e algumas fofocas Por exemplo, durante a Lei Seca americana, o laboratório exportava o produto e ganhou muito dinheiro com isso. Tudo porque o fortificante tinha 19,5% de álccol etílico (a composição de um vinho forte em álcool é de cerca de 12%), o que gerou controvérsia pois quem mais tomava o fortificante eram crianças. E mais uma é que por conta da controvérsia anterior o Governo baixou uma lei que limitava a concentração de álcool para medicamentos para crianças. Nees época a composição foi alterada para se adequar à lei e passou a ter 12% de álcool etílico.

O concorrente Emulsão Scott passou por uma polêmica mais acentuada: passou-se a acreditar que muitas das pessoas que tomaram quando criança desenvolveram obesidade mórbida. Claro que começaram a pensar o mesmo do Biotônico, mas a composição é tão distinta que não vejo como comparar ambos os fortificantes.

Veja abaixo o comercial mais antigo da Angélica. Ela fez outros que podem ser conferidos no Youtube como continuação deste...



O almanaque Fontoura (aliás eu gostava de todos os almanaques de farmácias: Sadol, Laboratório Catarinense, Capivarol, Saúde da Mulher).

Mas para nós o que interessa é relembrar que gostávamos de tomar essa "pinguinha" antes do almoço todos os dias. Temos em nossas memórias o gosto e as promessas de saúde. E corríamos por aí atrás de bolas e pipas crentes de que muita daquela energia nos tinha sido dada graças ao fortificante.

E se alguém sentir saudades do fortificante ou estiver com falta de ferro no sangue, é só passar numa farmácia e comprar o lendário Biotônico Fontoura!


 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Oh céus, oh vida, oh azar...

Lippy & Hardy
Lippy & Hardy
Hiena Hardy (Hardy Har Har) era quase uma filósofo, meio pessimista no entanto. E Lippy o leão era um oportunista e otimnista. Eram opostos, mas eram amigos e Lippy acabava sempre salvando os dois. Esse foi um dos desenhos de nossa infância caro leitor.

Hardy era um exemplo de como não ser. e Lippy nos mostrava a opção de vida do otimista. E aí você via que Lippy ´é que sempre salvava o amigo e entendia que ele é que estava certo, mesmo que hoje alguns de nós se identifique mais com Hardy.

A palavra Hardy pode ser interpretada como o nome de uma pessoa forte, corajosa. Creio que era uma espécie de piada, pois o nosso amigo era o oposto. O har har no nome de Hardy soava como o deboche de uma risada, que insinuava sarcasmo.

O ganido das hienas parece uma risada e entre as crianças era considerada um animal que estava sempre rindo. Era engraçado ver uma hiena reclamando de tudo.


Já o leão, que é visto como um animal ranzinza e bravo, Estava sempre de bom humor. Tem um episódio em que eles vão parar na cadeia e Lippy fica feliz porque tem comida em uma mesa na cela. Enquanto isso Hardy se matava de reclamar...

Quem se lembra desses nossos companheiros das tardes na TV? Quem se lembra comenta, publica no Facebook. Quantos likes será que o leitor recebe se compartilhar esse post?

Quando bate aquele frio...

Comercial de 1962
Comercial de 1962
Quem se lembra do Frio tentando entrar na casa de uma dona-de-casa muito esperta que comprou todas as lãs e flanelas nas Casas Pernambucanas? O Frio se deu mal, pois não conseguiu entrar lá. Esse comercial é de 1962, mas passou na TV por mais de 10 anos.

Sou de 1971 e me lembro de ter visto o comercial na TV. Creio que tenha ficado uns 15 anos na TV. Creio que passava mais quando o frio vinha chegando e as lojas assim convidavam todos a irem até lá com antecedência e comprar lãs, flanelas, etc.

A musiquinha entra na cabeça e não sai, fica lá ecoando. Na verdade quem criou o comercial sabia o que estava fazendo.

O inconfundível sotaque carioca de comerciais de TV antigos está presente. Falam no comercial de uma maneira que ninguém falava nem naqueles tempos, enfatizando o que era importante para a promoção dos produtos em questão.

Creio que muita gente se lembra. Pode relembrar querido leitor e sentir as saudades que também sinto desses tempos cheios de uma inocência que creio não mais experimentaremos.

Comente, compartilhe no Facebook esse comercial tão saudoso. Tenho certeza de que vai ganhar muitos likes, pois muita gente tem saudades também. Sugira temas de comerciais de TVs antigos, de produtos, etc, que vai acabar sendo postado aqui no blog.